Arquitetura real de um agente autônomo
Um Hermes Agent combina pelo menos cinco camadas funcionais: modelo de linguagem para raciocínio, memória persistente para contexto entre sessões, skills para procedimentos reutilizáveis, ferramentas externas para ações no mundo real e camada de segurança/autorização para decisões sensíveis.
Essa separação permite que a operação cresça sem refazer tudo: se você adicionar um canal, mantém o mesmo núcleo e pluga uma nova integração. Se precisar de uma skill nova, ela pode ser compartilhada entre instâncias sem retreinar o modelo.
Segurança e governança
Toda configuração é feita com supervisão humana. O agente passa por validação antes de entrar em produção e recebe ajustes contínuos.
Comandos potencialmente sensíveis exigem aprovação. Decisões comerciais, jurídicas ou financeiras são do cliente, não do agente.
Dados sensíveis são tratados conforme a legislação vigente. O cliente define o nível de acesso e compartilhamento.
Perguntas frequentes
Como começar
O primeiro passo é entender a operação, os canais, os dados e os pontos de atenção. Depois, configuramos o agente com o conhecimento da empresa e validamos com casos reais antes de colocar em produção.